terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Fim


do que quer que seja.

Porque toda resposta partida de mim
parte em minúsculos pedacículos a recém-nascida
(meus parabéns! sua falta de amor próprio é linda e cheia de saúde)
promessa de te manter afastado.

Outrora, no que chamei impulso número 1,
escrevi:
"otieca e nvhoe pro iemo eedst
fonrimar euq ououessetrei arpte negraniett menlndafuta
resignada e suicida od sue onalp ed tçsãodrei
ed mmi."
Reitero tudo.

Evidente que me transcrevo em anagrama justamente
para não recair no caso dos versos 2 a 5
capítulo 3, epopéia telefônica.
Exceto por duas palavras, porque
me dou (mais uma vez) ao direito de
cagar (não para você, juro) e atender
à minha necessidade de expressão.

O que, na verdade, faço não só com as duas palavras, mas com os três poemas que apresento em sequência.

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