O bom de estar postando aqui depois de tanto tempo é saber que, ao menos no início, ninguém mais vai ler (não que lessem antes), então eu posso tentar escrever para mim mesmo e não para os outros, como ocorria com freqüência. A Björk disse, numa entrevista, que quando fazia uma música tentava fazer o que ELA considerava melhor, na letra, na melodia, num clipe. Disse que só nessa confecção egoística conseguia fazer o melhor para os fans. Faz muito sentido. A diferença, no meu caso, é que não há fans.
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Neo-epicurismo
Repito praticamente tudo o que digo.
Não sei por que e também nunca me interessara muito, até então.
Nunca me interessara muito.
Talvez seja para firmar as idéias que mudam sempre, como Angélica que pregou um sonho na cabeça.
Talvez seja para firmar as idéias que mudam sempre.
Mas ao que parece essas repetições não são o bastante. Ou, quem sabe, me faltem os sonhos...
Ou, quem sabe, me faltem os sonhos....
O fantasma do vazio me persegue e a falta de perspectivas me assusta.
O fantasma do vazio me persegue...
A vida se torna preocupante quando tudo o que você mais tem a querer num dia é comer gelatina com creme de leite.
A falta de perspectivas me assusta...
E isso eu nem preciso repetir para ter certeza.
Certeza!