terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Fim


do que quer que seja.

Porque toda resposta partida de mim
parte em minúsculos pedacículos a recém-nascida
(meus parabéns! sua falta de amor próprio é linda e cheia de saúde)
promessa de te manter afastado.

Outrora, no que chamei impulso número 1,
escrevi:
"otieca e nvhoe pro iemo eedst
fonrimar euq ououessetrei arpte negraniett menlndafuta
resignada e suicida od sue onalp ed tçsãodrei
ed mmi."
Reitero tudo.

Evidente que me transcrevo em anagrama justamente
para não recair no caso dos versos 2 a 5
capítulo 3, epopéia telefônica.
Exceto por duas palavras, porque
me dou (mais uma vez) ao direito de
cagar (não para você, juro) e atender
à minha necessidade de expressão.

O que, na verdade, faço não só com as duas palavras, mas com os três poemas que apresento em sequência.
Poderia continuar todo a cobertura dessa DR na era da informação, não fosse
o turbilhão de emoções que uma tela cujas poucas polegadas não sei contar
me evocam de pouquíssimo interesse para qualquer leitor (categoria na qual eu mesmo
me incluo findado o escrito).

Mas, como sou muitíssimo afobado, me dou ao direito de
cagar para isso e informar:
chegou a segunda resposta
não criei coragem para abrir.

Impasses do (ou no) século XXI

Preciso falar contigo.

Impulso número 1: escrevo
um poema qualquer com erros
de referências mitológicas grotescos
seguido de uns dois parágrafos e penso
em postar no blog.

Impulso número 2: perdido e obscuro
em lírica, opto por um texto direto
tão claro quanto meus cachos e caraminholas
permitem. Caberia talvez numa mensagem
de facebook ou e-mail.

Impulso número 3 (e final): saco o celular
em menos de 160 caracteres armo sms
não clara não obscura perfeitamente compreensível
porém. por você principalmente.
Contatos, Pedro S., Enviar.

Antes de terminar esse relato já tenho uma resposta.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Jotalhão

Quis o verde.
Ganhei o azul.
Troquei pelo verde.
E agora não sei se fiz a coisa certa.

Procedo assim desde que me entendo por gente.

[Atualização em 31/01/2012: devido às circunstâncias e ao contexto-página-de-blog em que isso se insere, informo: não precisa leitura metafórica/alegórica/etc. Os Jotalhões existem, minha dúvida continua e vão todos muito bem obrigado em suas tarefas de ser verde, azul e fodida]

Enquanto isso...

tento fazer o possível pra enfrentar alguns limites.

Dexter

Me livro dum vício. Recaio sobre outro.
Agora preciso parar de pensar em forma de frases de efeito.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Subúrbio

Infantesonhava
Infantaria

domingo, 8 de janeiro de 2012

Bastidores

Chorei, chorei até ficar com dó de mim.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Meu dia foi lindo até que o universo me fez lembrar que
"sou bundão".