domingo, 24 de outubro de 2010

Tenho algum prazer absurdo em observar pessoas. E ao mesmo tempo que gostaria de fazer parte das suas vidas, nunca seria tão divertido quanto na imaginação.
No fundo eu quero poder negar essa afirmação mais tarde.

Um comentário:

Pedro disse...

Nunca tenho nada de útil pra comentar aqui ):