Agora, vamos ao asssunto central.
OBS.: imaginem-se lendo um perfil de orkut xP
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Quem sou eu:
Meu nome é Johnny, nasci numa aula chata de biologia prática (aula chata de biologia não seria redundância?) sou corretor e, hoje, fazem 37 anos que não fumo. u.u
É meio que inerente ao ser humano desviar mais sua atenção para os defeitos do outro. Não que isso seja errado, até porque de certo modo ouvir elogios constantemente não é lá de tão grande serventia; veja bem, não estou negando a importância de ser elogiado (que se mostra mais que claro, por exemplo, na manutenção da auto-estima e da confiança). Mas acho que a importância da crítica está justamente na ferida que ela pode vir a causar, e é tentando curar essa ferida que somos levados a pensar. E acho que a partir dop momento que somos levados a pensar a crítica já perde seu teor negativo.
Então para facilitar seu trabalho como ser humano que creio que seja, listo os adjetivos que mais me marcaram até então (alguns vindos de mim mesmo):
Egoísta, mimado, infantil, orgulhoso, chato, fraco, medroso, impaciente, preguiçoso, anti-social, "joselito", inconseqüente e imaturo.
Não entenda isso como um "você já conhece meus defeitos agora vá buscar minhas qualidades" a questão é que se trata de um "quem sou eu" e se eu sou o que penso e as críticas me fazem pensar... [Sim, eu apelei muito nesse parágrafo]
Mas onde eu quero chegar com tudo isso? Bem, prezado leitor, acontece que, agora, enquanto o professor de matemática explica alguma coisa a ver com frações e expoentes negativos, sou levado a pensar em um evitável e desnecessário desentendimento de fim-de-feriado. Um desentendimento causado justamente pela dificuldade de lidar com os defeitos do outro. Então acho que seria de utilidades para todos, antes de criticar aquele ao lado, pensar um pouco nos próprios defeitos e na forma como eles nos são ressaltados pelos outros. E veja bem como vai falar, pois de nada adianta falar tudo o que pensa na hora em que pensa, ou guardar até não aguentar mais e soltar tudo de uma só vez se não está disposto a, além de mostrar o defeito, ajudar a repará-lo.
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Essa música ilustra bem o que eu quis dizer ali em cima: Perdendo os dentes - Pato Fu
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